Pequenas considerações sem conexão umas com as outras

Coisas Boas: água de moringa de barro.


Amor é quando a gente se estica só um tiquin para fora de nosso umbigo e espia em volta para enxergar quem mais também se esticou.


Se não for pedir muito, Papai Noel, e se todos os pedidos mais importantes já estiverem atendidos... gostaria de um ano novo de mensagens absolutamente claras de presente. Nem sempre eu entendo as entrelinhas e elas me atrapalham de pular para a linha seguinte. 
Amém!



Mas olha que a vida faz destas
lhe testa 
e testa
até você estar no ponto para passar.

Tem dias 
que a gente
simplesmente
tem paz.

Quando um homem ama uma mulher, é perceptível nele, apenas ao observá-lo sozinho, que este amor está presente em algum lugar, dentro. É perceptível o tom, o cheiro, o som e o silêncio.

A gente se permita deixar para trás tudo o que não cabe mais em nós mesmos, que ser sempre o mesmo é morrer aos poucos, estagnar, deixar de crescer. 
A gente se permita ver de verdade, ir por outros caminhos, encontrar outras saídas, apostar além da aposta, aceitar outras certezas, soltar as cascas que nos atrapalham de chegar mais perto das descobertas que buscamos.
Que dentro da gente há incontáveis espaços sem uso, querendo querer outras luzes e cantos.

Dia novo é tão grande quanto ano novo, mês novo, semana nova, momento novo.
E que sejamos novos, nós.



Tem dias que a gente consegue, de fato, ser nossa melhor companhia. E isto também é uma vitória. Fortalecendo a auto-estima, estaremos cada vez mais inteiros para estimar generosamente, e com baixas expectativas, os sujeitos do amor à nossa volta.


Comentários

Postagens mais visitadas